Micróbios: Eles Voltaram

17 Feb 2018 11:46
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is?rexn-1EsvGq86Hjrgp1oSStdWu-JNgFbOt3ibgul7lw&height=177 Alguns andavam sumidos. Outros até pareciam estar controlado. Porém eles nos enganaram e hoje matam 50 000 indivíduos por dia em todo o planeta. Os cientistas estão tentando descobrir os erros do passado para definir este caos. O médico americano Anthony Fauci ainda se lembra dos tempos de infância, quando tinha a impressão de que para todo mal havia remédio.Não é à toa, ele nasceu em 1940 e cresceu pela mesma data em que os antibióticos se desenvolveram. Todo mundo achava que nunca mais veria pandemias como a da gripe espanhola no início do século", citou ele à SUPER. Por ironia do destino, Fauci se tornaria uma das maiores autoridades do mundo em AIDS, doença provocada pelo imbatível HIV, um dos 30 novos agentes infecciosos isolados nas últimas duas décadas. E hoje ele bem como dirige o Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas, órgão do governo dos Estados unidos, nação onde a incidência de antigas e recentes infecções cresceu 58 por cento de 10 anos para cá. No mundo todo, anualmente, por volta de trinta milhões de pessoas em volta do globo morrem por causa de foram contaminadas por vírus, bactérias ou protozoários perigosos. Estes males são a superior razão atual de mortalidade", explica Fauci.Os cientistas costumam chamar as doenças conhecidas apenas neste século de emergentes, durante o tempo que aquelas que voltaram a afligir a humanidade após um alongado tempo de trégua são chamadas reemergentes. A malária, no caso, não é um mal reemergente visto que infelizmente nunca desapareceu do mapa. Outros males, por sua vez, quem sabe devessem ser considerados reemergentes e, porém, ainda não são.Ao menos, por hora. É o caso da raiva humana, que vem crescendo em tal grau nesse lugar, no Brasil, como em países como os Estados Unidos", garante o infectologista Luciano de Almeida Burdmann, da Instituição Federal de São Paulo. Segundo o médico, essa é a doença mais subnotificada de que se tem notícia.Os registros paulistas sinalizam só 4 casos nos últimos dez anos. Um nada. "Mas como para cada cinqüenta episódios de raiva animal, em cães, gatos e morcegos, pode-se aguardar um caso de raiva humana, há qualquer coisa de falso com essa contagem", diz Burdmann. Velhas ou recentes ameaças, todas serão discutidas através do dia vinte e oito nesse mês, quando acontecerá o Congresso Internacional sobre isso Doenças Emergentes e Reemergentes, em Atlanta, nos EUA.232 "Não deixaremos que Majin Boo desperte." Uma Aparição Esperada 06 de Julho de 1994Demostração de Adestramento e jogosO ex-apresentador do Filme Show conta que perdeu o guarda-roupa após o procedimentoO Cachorro Bolinha teve uma recaídaClaudemi silva de almeida comentouRegularidade de troca de areia08 "Um Porquinho incomoda Muita Gente" 26 de janeiro de 2013Infelizmente, teremos mais questões do que respostas. No entanto esperamos sair de lá com muitas pistas", diz um dos participantes, o médico americano Steve Simpson, da Instituição do Novo México. Eles foi um dos que estudaram amostras do hantavírus de uma paciente de 13 anos, na Argentina, onde aconteceu um surto de infecções nesse microorganismo no início do ano. Cogitou-se que a jovem teria sido contaminada pelos pais, bem como doentes, pois ela própria não havia estado nas áreas de temas de ratos transmissores do vírus. Às vezes, quem muda são os chamados vetores, os animais que servem de intermediários na transmissão do agente infeccioso para o homem.Existem estudos indicando que o mosquitinho Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre amarela, está se ocasionando resistente aos inseticidas usados para destruí-lo. Essa é uma das possíveis explicações pro crescimento as-sustador da dengue, que hoje é a mais relevante das infecções virais, contaminando cem milhões de indivíduos anualmente. Pro mal, não existe vacina.O Brasil registrou 124 000 casos em noventa e cinco e 176 000 no ano anterior. O jeito é verificar o mosquito de perto", diz o professor Arary Tiriba, da Universidade Federal de São Paulo, um entusiasta da pesquisa dos insetos em seu habitat natural. Experiente, Tiriba defende a análise meticulosa do Aedes aegypti até para dimensionar o tamanho da encrenca, se a sua previsão e de outros colegas cientistas se comprovar: a volta da febre amarela urbana, desaparecida há cinquenta e seis anos. Basta alguém se contaminar na região amazônica, vir se cuidar pela cidade e pronto", exemplifica.

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